sexta-feira, 31 de julho de 2009

MÉDICO

Estou demorando a postar, é pra não fazer o menor esforço, visando que meus seios sarem logo, pois tô pra não aguentar mais. Ow coisa difícil....
O corte da barriga nem parece que fiz plástica, tá super cicatrizado, bem sequinho, lindo....
mas os meus peitinhos ......
Quarta-feira última fui no retorno com o lindo Dr. Jorge. Passei o dia tremendo, sob a visão de que ele iria drenar barriga e seios.... ah, esperem, foi muito muito pior.
Quando ele viu os seios com vários buraquinhos abertos, inclusive no bico, foi logo dizendo que tinha que suturar e que a anestesia neste caso dói muito mais do que os pontos, devido os seios ainda estarem um pouco dormentes.
Ah, comecei a chorar igual criança (segundo Dr. Jorge, que depois riu da situação) chorei fazendo beicinho .... chorei tudo que ainda não havia chorado desde o dia da cirurgia). Disse que nunca havia levado nenhum ponto sem anestesia. A linda enfermeira Roberta dizia: deixa Dr. Jorge, ela chorar ....
Daí ele muito sério diz: "Poli, enquanto deu eu não insisti para suturar, agora se você não deixar, terá que se responsabilizar, se atingir a prótese, eu tenho que tirar ....."
Chorei ainda mais, mas pensei em todo o meu investimento, nas horas de cirurgia, no dindim.... daí fiz uma força danada e disse que deixava....
Ele me enganou um pouquinho, deu um pontinho onde disse e deu muitos outros....quando vi disse a ele: O Sr. me enganou ..... Mas já sorrindo.
Nem doeu essas coisas toda.... mas depois dessa plástica me sinto preparada pra tudo....
Daí então estou seguindo tudo que ele mandou a risca e até mais, não faço mais nenhum movimento com os braços, peço ajuda pra tudo.... até pra puxar uma cadeira e levantar um bule de leite...
Claro que o Augusto não aguenta mais tanta dependência... o que dizer de mim, não suporto mais tanta limitação.
Tive que terminar com as drenagens linfáticas com a maravilhosa e competente Cíntia (indicada pelo Dr. Jorge), pois o Augusto, na última semana de férias não queria mais ir me deixar e esperar um tempão, no que lhe dou toda a razão.
Graças a Deus e ao Dr. Jorge, os seios enfim parece que estão cicatrizando, mas o esquerdo agora dói um pouco, contudo não está mais saindo seroma (líquido não infeccioso), assim não precisa mais ele drenar....
Espero estar perfeitamente saudável pra voltar ao trabalho com toda garra e força total no próximo 16 de agosto.

Beijos

sexta-feira, 24 de julho de 2009

CRIANÇA DIZ CADA UMA!

Hoje a Lari amanheceu contando pra gente o sonho que teve (também, quis ir pra nossa cama e quando colocada na dela, voltava de mansinho).
Sonhou que eu a jogava no céu, e lá tinha um dragão.
Então ela entrava numa cabaninha e fechava a janelinha.
Depois agarrava a blusa do papai e o dragão ia embora.

Acho tão bonitinho ela sonhar, lembrar e contar esses sonhos com 3 anos e 10 meses.

Vixe, tá chegando o niver de 4 anos! Já tenho uma mocinha.

DO FILME PEQUENO DICIONÁRIO AMOROSO

- As mulheres se apaixonam:

32% por atração física
18% para ter filhos

- 5 anos depois de casadas:

72% são infelizes
28% se divorciam

- Mulheres:

99% mentem
1% são mudas

KKKKKKKKKKKKK

Sou aquela que passa e ninguém vê
Sou a que chamam triste sem o ser
Sou a que chora sem saber por quê

Sou talvez a visão que alguém sonhou
alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!

Florbela Espanca (1894-1930) - poetisa portuguesa


DICAS PARA RECEBER PARA JANTAR

- Somente pratos que possam ser preparados com certa antecedência, para não ter que cozinhar durante a festa.

- Uma salada e uma torta (pode ser aquecida no microondas na hora) como entrada

- Um prato de carne ou ave e um de peixe (pratos principais)

- Uma sobremesa leve, à base de frutas e uma torta encorpada

Bom jantarzinho!!!!!!

SÁBIAS ESCOLHAS

1) Não gastarás mais do que ganharás:
30% seu
30% família
40% poupança (tudo isso?)

2) Fuja do cheque especial

3) Não use o limite do cartão de crédito

4) Evite financiamentos

5) Nunca compre com cheque pré-datado

6) Só gaste o que tem. Se não tem, não compre.

7) Corte um pouco do lazer

8) Corte o supérfluo do supermercado.

Aí meu Deus, tô ferrada! kkkkkkkkkkk

sábado, 18 de julho de 2009

EVENTO DIA 16.07.09





Resolvi promover logo uma visita coletiva, chamei umas 20 amigas e convidei a Soraya para promover uma palestra sobre sensualidade e demonstar uns brinquedinhos femininos. Foi o sucesso total o evento. Todas adoraram e eu mais ainda, arrodeada de amigas, de gente que me quer bem, foi o máximo.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Explicando Kant para meu filho de 3 anos Julho 10, 2009 por George Marmelstein Lima

Nesse clima de férias, estava eu a tomar banho de piscina com meus filhos, quando o mais novo perguntou se podia fazer xixi. Respondi que na piscina não, pois era errado. Na curiosidade típica das crianças, ele perguntou por que fazer xixi na piscina era errado. A resposta que dei foi relativamente mais simples do que a que vou formular agora. De qualquer modo, tenho certeza de que ele também compreenderia, pois é bastante esperto. É uma explicação bem básica do primeiro imperativo categórico kantiano (”age de tal modo que tu possas querer que a tua ação se torne uma lei universal de conduta“). Tal imperativo funciona como uma espécie de roteiro mental para fundamentar subjetivamente as questões morais, desde as mais simples até as mais complexas, partindo do pressuposto de que quem agirá adotará um comportamento racional e sincero.

Para saber se um ato (ou uma máxima, como diria Kant) é moralmente certo ou errado, é preciso seguir quatro passos.

1º Passo – Formulação do Princípio de Ação (Máxima)

O primeiro passo é estabelecer a máxima que será avaliada. Geralmente, é formulada por meio de verbos (matar, mentir, descumprir promessas, suicidar-se etc.). No nosso caso, a máxima é: fazer xixi na piscina.

2º Passo – Especular sobre a Transformação de Tal Princípio de Ação em Lei Universal de Conduta

O passo seguinte é cogitar em uma possível universalização da máxima. Universalização, nesse sentido, significa imaginar uma norma que obrigasse todo mundo a agir da mesma forma naquela situação. A idéia é, portanto, transformar a máxima em uma lei universal. No nosso caso, a lei universal seria: todos deverão fazer xixi na piscina.

3º Passo – Verificar as Conseqüências da Referida Universalização

No terceiro passo, será analisado o que ocorreria se a referida lei universal fosse adotada como padrão na natureza. Em outras palavras: o que aconteceria se todos agissem segundo aquela máxima naquelas circunstâncias?

No nosso caso, basta pensar no que ocorreria se todos que tomassem banho de piscina fizessem xixi na água sempre que tivessem vontade.

4º Passo – Saber se o Agente Moral Aceitaria (Desejaria) as Conseqüências de uma tal Lei Universal

No último passo, o agente moral deverá verificar se aceitaria agir segundo a máxima mesmo sabendo das conseqüências que ela acarretaria se fosse transformada em uma lei universal da natureza, perguntando a si mesmo: “Ficaria eu satisfeito de ver a minha máxima se transformar em lei universal a ser seguida não apenas por mim, mas por todas as outras pessoas racionais?” Se ele responder afirmativamente, então a máxima será moralmente correta. Se ele não aceitar tal lei universal, então a máxima será imoral.

No caso ora analisado, a máxima “fazer xixi na piscina” não poderia ser transformada em uma lei universal, pois ninguém desejaria tomar banho numa piscina cheia de xixi, que é justamente o que aconteceria se todo mundo urinasse na piscina. Só uma pessoa irracional ou pouco sincera ou muito nojenta preferiria tomar banho numa piscina suja ao invés de tomar banho numa piscina limpinha.

Portanto, aquele que faz xixi na piscina age em contradição consigo mesmo, pois pratica uma ação mesmo não desejando que ela se torne uma lei universal, numa clara violação do primeiro imperativo categórico. Os sujeitos moralmente evoluídos deveriam ficar com dor na consciência ao urinarem na piscina, pois o seu sentimento de dever moral estará sendo pisoteado pela sua própria conduta.

E não importa se o agente moral vai ser descoberto ou não. A sanção moral, para Kant, é subjetiva. No caso do xixi na piscina, dificilmente alguém perceberá que o agente moral está ou não se aliviando debaixo d’água. Mesmo assim, será incondicionalmente imoral realizar tal conduta, pois ela viola o imperativo categórico, que é categórico justamente porque não admite desculpas esfarrapadas do tipo “não deu tempo“, “é só um pouquinho“, “todo mundo faz” etc. Não tem conversa fiada: se você não deseja que os outros façam, então você tem o dever moral de também não fazer e ponto final.

Eis uma resposta kantiana para a pergunta do meu filho. Como se vê, o primeiro imperativo categórico é uma formulação alternativa e mais sofisticada da “regra de ouro” na sua versão positiva: faça aos outros aquilo que você gostaria que os outros lhe fizessem. E foi justamente essa explicação mais simples que dei a meu filho. Perguntei-lhe: “você gostaria de tomar banho numa banheira de xixi?” Ele olhou com uma cara de nojo e respondeu que não.

Sobre isso, Kant certamente diria:

“Não preciso pois de perspicácia de muito largo alcance para saber o que hei de fazer para que o meu querer seja moralmente bom. Inexperiente a respeito do curso das coisas do mundo, incapaz de prevenção em face dos acontecimentos que nele se venham a dar, basta que eu pergunte a mim mesmo: – podes tu querer também que a tua máxima se converta em lei universal? Se não podes, então deves rejeitá-la” (IK, FMC, p. 35/36).

A propósito, no final do dia, a cor da piscina estava bastante “estranha”, demonstrando que o primeiro imperativo categórico não é tão eficaz assim. Acho que nem todo mundo vive no estágio moral “pós-convencional” de que tratou Kohlberg.

Achei tão maravilhoso esse texto que li no blog do Dr. George por isso não resisti em copiar aqui. Todos os direitos reservados ao Dr. George Malmelstein - Juiz Federal da 5ª Região. http://direitosfundamentais.net/

AGELESS

Descobri, através da Revista Veja desta semana, (que por sinal estou a folhear porque me foi enviada 'gratuitamente', nesta semana junto com o boleto de assinatura que não pretendo em hipótese alguma assinar, por não gostar da Revista), mas continuando, descobri que sou uma ageless (sem idade), pois segundo a Veja 'a idade real se traduz pelo estilo de vida, e não pelo calendário'. De qualquer jeito eu nem lembro a idade que tenho. kkkkkkkk

Na mesma Revista, não poderia deixar de registrar, causou-me indignação o caso do Juiz do Trabalho, Sr. Antônio Carlos Branquinho, que trabalha na distante (por isso não alcançada pela lei?) cidade de Tefé, no interior do Amazonas (terra sem lei?) a 4 horas de barco de Manaus, habitual praticante do CRIME DE PEDOFILIA, até o dia em que um morador enviou um email para o TRT do Amazonas.

Agora, oportuno transcrever na íntegra trecho final da reportagem:

"A desembargadora Luiza Maria Veiga, presidente do TRT do Amazonas, recebeu as fotos do juiz em abril _ e nada fez. Não encaminhou as evidências à Polícia Federal nem ao Ministério Público, como determina a lei. Tampouco pediu explicações a Branquinho. Sua única decisão consistiu em convocar os demais desembargadores do tribunal, para discutir o assunto numa reunião extraordinária de "caráter reservado". Nesse encontro, os desembargadores limitaram-se a abrir um "procedimento interno" para investigar o caso. Na próxima reunião extraordinária, os senhores desembargadores deveriam convidar a moradora de Tefé, aquela que expôs o juiz. Ela poderia lembrá-losde que as leis do país servem para todos."
Revista Veja. Editora Abril. Edição 2121 - ano 42 - nº 28. 15 de julho de 2009, pp. 57

CRIANÇA DIZ CADA UMA!

Minha filhinha Larissa de 3 anos e 10 meses, ontem à noite, quando estava colocando as duas para dormir e ela me pedindo pra ir a tudo quanto é lugar e eu a responder que não poderia, enquanto não me recuperasse totalmente da cirurgia e ela me saí com esta:

- Mamãe, por que você resolveu fazer essa porcaria de cirurgia?

Retruquei que havia emagrecido, mas a barriguinha feia continuava lá.

- Eu gostava mais de você gorda, desse jeito eu não tô gostando.

Claro que sei que minha filha está a expressar a falta que sente da mãe mais presente, que senta no tapete da sala e brinca, leva pra passear... Tadinha, deu-me uma peninha delas....
Fazer o que, agora só me resta a recuperação.

Letícia de 2 anos e 1 mês, olha pra mim e diz:

- Canta 'papo', mamãe, canta.

'Papo' é Sapo, e o que ela quer que eu cante é:

"O sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer
Mais que chulé

A estória preferida dela é do sapo que virou princípe, que eu conto com minhas variantes, reforçando a idéia de que as promessas devem ser cumpridas.

Choveu, e eu lembro como você gostava de chuva de madrugada!